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4º CONCURSO FNLIJ LEIA COMIGO!
FUNDAÇÃO NACIONAL DO LIVRO INFANTIL E JUVENIL
A Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ, seção brasileira do International Board on Books for Young People - IBBY, tem dado ênfase à importância da leitura literária e informativa, compartilhada entre adultos, crianças e jovens, em seus projetos, campanhas e publicações. Além de desenvolver ações voltadas para a escola, para bibliotecas e para outros espaços sociais, a FNLIJ tem procurado incentivar nas famílias o interesse pela leitura, acreditando que o adulto é, efetivamente, o mediador desse interesse da criança e do jovem pelos livros. Como parte integrante dessas ações, a FNLIJ criou a campanha Leia Comigo! em 2001, e o Concurso FNLIJ Leia Comigo! em 2002, que agora se encontra em sua 4ª edição.
Regulamento
Inscrição:
- Poderão participar adultos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil.
- Os textos poderão ser inscritos em 2 categorias:
a) Relato ficcional;
b) Relato de uma situação real, cujo tema seja a leitura partilhada entre adultos e crianças e/ou jovens.
- Cada inscrito poderá participar nas duas categorias:
- Cada relato deve ser apresentado impresso em três cópias, em papel A4, fonte arial 12, espaçamento 1,5, tendo o máximo de três laudas, com pseudônimo e uma folha em separado com os dados do participante (nome completo, endereço/cep, telefone, e-mail e cidade).
- Os trabalhos deverão ser enviados até 16 de setembro de 2005 (data de postagem do correio) para a sede da FNLIJ:
- Rua da Imprensa, 16 – salas 1212 a 1215, CEP 20030-120 – Rio de Janeiro – RJ.
- Após o concurso, os trabalhos não serão devolvidos.
Julgamento:
- A comissão julgadora será composta por especialistas indicados pela FNLIJ.
- A seleção dos textos levará em contas critérios como: originalidade na abordagem do tema; organização de idéias e criatividade na elaboração dos relatos.
Divulgação dos Vencedores:
Os resultados do concurso serão comunicados diretamente aos vencedores pela FNLIJ e divulgados no Notícias e no site da FNLIJ: www.fnlij.org.br
Premiação:
- Os vencedores de cada categoria receberão um acervo de livros para crianças e jovens, doado pela FNLIJ.
- A entrega dos prêmios será feita durante o evento: 7º Salão FNLIJ do Livro para Crianças e Jovens, que se realizará na cidade do Rio de Janeiro, em 2005.
- Os textos selecionados serão publicados no jornal Notícias da FNLIJ.
Escrito por Valéria às 21h36
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Dá-lhe Bachelard

"Os trabalhos domésticos devolvem à casa não tanto sua originalidade como sua origem. Numa carta a Théo, Vincent Van Gogh lhe diz que é preciso "conservar alguma coisa do caráter original de um Robinson Crusoé". Fazer tudo, refazer tudo, dar a cada objeto um "gesto suplementar", uma faceta a mais no espelho da cera são outros tantos benefícios que nos presta a imaginação ao fazer-nos sentir o crescimento interno da casa."
Escrito por Valéria às 10h27
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Objetos biográficos

"Quanto mais votados ao uso cotidiano, mais expressivos são os objetos: os metais se arredondam, se ovalam, os cabos de madeira brilham pelo contato com as mãos, tudo perde as arestas e se abranda."
São esses objetos que Violette Morin chama de "objetos biográficos", pois envelhecem com seu possuidor e se incorpora à sua vida.
Diferentes são os ambientes em que os objetos são arrumados para aparecer ou patentear o status de seu dono: os objetos protocolares...
Tá no livro "Memória e Sociedade" - Ecléa Bosi
Escrito por Valéria às 08h43
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Tartarugas podem voar

A guerra do Iraque que as agências de notícias e a TV não mostraram. Triste mas necessário, o filme dirigido pelo iraniano Bahman Ghobadi, acontece na fronteira entre Irã e Iraque, semanas antes da invasão pelas tropas norte-americanas. Estão lá os dramas dos civis representados pelo cotidiano das crianças, a luta pela sobrevivência em meio aos despojos da guerra num cenário longe, muito longe de nossa imagem idealizada de infância.
Escrito por Valéria às 10h13
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Leio na NovaE...

Bela burguesia liberal, que conviveu alegremente com a escravidão, a monarquia, a primeira “república”, a ditadura militar, o governo Collor, as mamatas da privatização do governo FHC, e agora goza e se representa em Roberto Jefferson.
Num texto de Emir Sader
Escrito por Valéria às 18h44
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Feminismo no Estácio

Pedro Paulo Rangel, em sua Soppa de Letra, mostra sua quedinha para contador de histórias... A seleção que fez é uma maravilha e o ponto alto, fora as letras do Chico (Deus), são as crônicas em versos de Aldir Blanc "Miss Suéter" e "A nivel de". Mas faltou essa delícia: Saiu só com a roupa do corpo Num toró danado Foi pros cafundó-do-Judas Apanhou um resfriado Voltou com a blusa rasgada Entrou, não disse nada Tô com dor-de-cotovelo E com a cabeça inchada É de amargar, é de amargar Mas ela é maior e vacinada Meu chapa Eu caí das nuvens com cara-de-tacho Essa nega tá pisando em mim Essa não, não sou capacho Agora ando com a pulga atrás da orelha A telha dessa nega tá avariada Nega sem modos Só não chio, nem te dou pancada Porque você é maior e vacinada Sempre que a nega me torra Penso em ir à forra Se o destino tem problema igual Não é conselho mas olha Fique sabendo Quem se mete a manda-chuva Quase, quase sempre é um chove-não-molha Bem que eu queria dar com fé uma cacarecada Mas minha nega é maior e vacinada
Escrito por Valéria às 01h03
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Só de brincadeira...

“Por desinteressado que seja, como se diz, é sempre pejado de sentido e de conseqüências. Brincar com alguma coisa significa dar-se ao objeto com o qual a gente brinca. Aquele que brinca investe de alguma forma sua própria libido na coisa com que brinca. Disso resulta que o jogo se faz uma ação mágica, capaz de despertar a vida...”
Dicionário de Símbolos - Jean Chevallier
Escrito por Valéria às 16h29
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"O sujeito falante é todo o sujeito"

"Ninguém sabe que na leitura revivemos nossas tentações de ser poeta. Todo leitor um pouco apaixonado pela leitura alimenta e recalca, pela leitura, um desejo de ser escritor. Quando a página lida é demasiadamente bela, a modéstia recalca esse desejo. Mas ele renasce. Seja como for, todo leitor que relê uma obra que ama sabe que as páginas amadas lhe dizem respeito..."
"...a poesia põe a linguagem em estado de emergência..."
"Um grande verso pode ter grande influência na alma de uma língua. Ele desperta imagens apagadas. E ao mesmo tempo sanciona a imprevisibilidadeda palavra. Tornar imprevisível a palavra não será uma aprendizagem de liberdade?"
A Poética do Espaço - Gaston Bachelard
Escrito por Valéria às 11h06
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Num passeio pela web descobri uma delícia de lugar: trata-se do site de um colecionador espanhol. Mostra muitas imagens de escolas e livros escolares dos anos 50. “Cómo éramos, cómo era nuestra escuela y nuestra vida ...cuando hasta la alegría era en blanco y negro...”
É para ver!
http://www.juntadeandalucia.es/averroes/colegiojabalquinto/intro.htm
Escrito por Valéria às 21h13
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A refilmagem da Fantástica fábrica de chocolates
Muita maluquice e guloseimas, porque a gente não é de ferro. Gosto de filmes e livros que retratam crianças e esse não tem pudor ao mostrar que, sim, crianças podem ser muuuito chatas, principalmente aquelas mimadas, cheias de vontades e urgências. Achei o Wonka de Depp a cara da Rita Lee em algumas cenas. É claro que ao sair do cine dá vontade de cair de boca numa barra de chocolate bem molinho. Os oompas loompas são hilários, todos com a mesma cara. É pra ver!
Escrito por Valéria às 01h18
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Em 1990 vivíamos a esperança da primeira candidatura de Lula a presidente. Os grandes comícios na Candelária ao som de “Vai passar” e “Lula-lá” , Pedro crescendo na barriga, a euforia de usar o título de eleitor daquela vez com paixão e algumas certezas. Perdemos pro Collor, depois perdemos para FHC e vivemos esse tempo todo governados pelos maridos das donas que compram na Daslu, os bons moços.
Pedro fez 15 anos, ainda não viu seus pais e seu país comemorando de verdade a virada que merecemos. Viu Lula e o Partido dos Trabalhadores se afastando perigosamente de seus princípios quanto mais se aproximava da confiança das elites. Diga-me com quem andas que eu direi quem és...
Escrito por Valéria às 18h51
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Pedro faz 15 anos, UAU!

Quando olhamos, já cresceram.
Escrito por Valéria às 13h28
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O pessoal que sai em Caras não vai gostar...
Quanto vale ou é por quilo?

"O novo filme do diretor Sérgio Bianchi revela as mazelas e contradições de uma país em permanente crise de valores, traçando um curioso e inusitado paralelo entre o período da escravidão e o comportamento da sociedade brasileira nos tempos de hoje.
Adaptação de "Pai contra Mãe", de Machado de Assis, entremeado com pequenas crônicas de Nireu Cavalcanti sobre a escravidão, extraídas dos autos do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro, "Quanto vale ou é por quilo" faz uma contundente analogia entre o antigo comércio de escravos e a exploração da miséria pelo marketing social."
Escrito por Valéria às 13h24
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Camelos também choram
 
Gosto de ir ao cine para ver outras gentes, outros jeitos de pensar e viver. Na história do camelo que chora, quase não prestamos atenção para o fato de ser documentário, tal a tranqüilidade das pessoas daquela família diante das câmeras.
E que beleza o investimento e a paciência da família para ensinar a fêmea a acolher sua cria.
As crianças da casa e suas brincadeiras, as mulheres e homens em sua lida, o canto da mãe para fazer a filha dormir, o encontro da comunidade e seus rituais, as casas abertas para o céu...
Os nômades dizem que, o choro de um camelo quando é rejeitado, torna-se um enorme problema porque ninguém o suporta, então, os mongóis utilizam-se da música para que os filhotes superem o trauma da rejeição.
Escrito por Valéria às 10h01
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Coisa boa, seu moço, é sair do sebo com um achadinho na sacola. Achar um último lugar na barca das sete e voltar navegando pra Niterói.
Escrito por Valéria às 21h26
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